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2ª DPPA da Capital será reformada para qualificar atendimento do cidadão

Durante a obra, flagrantes serão autuados na 3ª DPPA. Ocorrências podem ser feitas em outras quatro DPs e na Delegacia Online

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Fachada da 2ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, no Palácio da Polícia.
2ª DPPA terá espaços separados para flagrantes de presos e atendimento ao público em geral - Foto: Jorge Felipe/Polícia Civil
Por Carlos Ismael Moreira / SSP

Com objetivo de oferecer um atendimento mais qualificado aos cidadãos, meta do Eixo 3 do programa transversal e estruturante RS Seguro, a 2ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (2ª DPPA) da Capital, no Palácio da Polícia, passará por reforma a partir desta segunda-feira (12). A previsão é de que o trabalho de reconstrução seja concluído em cerca de dois meses. Nesse período, a unidade estará fechada e os registros de flagrantes serão realizados na 3ª DPPA, na Rua Comendador Tavares, 381, no bairro Navegantes.

Para garantir o pleno atendimento, a 3ª DPPA recebeu reforço tanto em estrutura quanto em número de servidores, de forma a manter no mesmo local os dois plantões funcionando. Com isso, não haverá prejuízo ao trabalho da Polícia Civil. Os cidadãos que necessitarem registrar ocorrências podem buscar a 1ª DP (Rua Riachuelo, 613), a 2ª DP (Avenida Getúlio Vargas, 1.250), a 10ª DP (Rua Jacinto Gomes, 43) e a 17ª DP (Avenida Voluntários da Pátria, 1.500). Além disso, a maior parte dos registros também pode ser realizada por meio da Delegacia Online (clique aqui), com acesso 24 horas via computador, tablet ou smartphone com conexão de internet.

A principal melhoria que será proporcionada pela reforma na 2ª DPPA é a separação de locais para o registro dos autos de prisão em flagrante e para o atendimento ao público em geral. Será construída uma sala específica para condução dos detidos pela Polícia Civil, pela Brigada Militar e pela Guarda Municipal. Em outro espaço separado, haverá uma recepção com cadeiras e televisões, onde os cidadãos que buscam a 2ª DPPA para registrar ocorrências terão maior conforto enquanto aguardam atendimento.

O custo da reforma, que será executada por empresas terceirizadas, está sendo coberto pelo Poder Judiciário, por meio da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas de Porto Alegre, presidida pelo juiz Luciano Losekann.

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