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Os Novos Rumos da Segurança Pública

Publicação:

Por Enio Bacci - Secretário de Estado da Segurança Pública

Ao tratar a violência também como problema de saúde pública, integrando esforços de várias Secretarias de Estado, em especial as Pastas de Segurança Pública (SSP) e de Saúde (SES), o Rio Grande do Sul dá um importante passo na prevenção e combate à criminalidade. Ultrapassamos o estágio de fazer apenas o curativo, para mexer fundo nessa ferida, que está impregnada como uma chaga na sociedade. Ações potenciais, porém isoladas, antes desenvolvidas nas secretarias, como Programa Saúde da Família, Escola Aberta, Primeira Infância Melhor, blitze policiais, recebem agora uma adição de força, ao traçarem juntas metas que permitirão redirecionar os programas de prevenção. Estatísticas recentes apontam que as principais causas de mortes entre jovens de 15 a 24 anos no país são homicídios, suicídios e acidentes de trânsito. Para reverter este quadro, são necessárias políticas de inclusão social, geração de emprego e renda, opções de esporte e lazer, que poderão ser planejadas em conjunto.

Tenho dito reiteradamente que 2007 será o pior ano para a bandidagem. Sabemos que o problema da segurança pública se agrava há décadas no RS. Entretanto, mesmo os mais pessimistas, hão de concordar que, em um mês de administração, já propomos um plano de segurança voltado para ações de linha de frente, onde não só a tropa, mas o comando e o próprio secretário de Segurança Pública estão nas ruas. E o balanço do mês de janeiro de 2007 já aponta a mudança: dos 21 indicadores de ocorrências divulgados, 16 registraram queda em comparação ao mesmo período do ano passado.

Entre os indicadores com números positivos, em relação ao mês de janeiro de 2006, está o estelionato, que teve redução de 52,33%; o latrocínio, que caiu 14,29%; o abigeato, com queda de 27,55%; o seqüestro-relâmpago, que registrou queda de 24,24%; o roubo a motorista de caminhão de carga, reduzido em 5,41%; o furto de veículo, com queda de 15,47%; o roubo a motorista particular, reduzido em 26,55%; o roubo a carro forte, que teve queda de 100%; o furto/arrombamento a estabelecimento bancário, que diminuiu em 77,78%; furto/arrombamento a caixa eletrônico, reduzido em 100%; e os homicídios, que caíram 9,09%. Foram 700 operações da Brigada Militar e 300 da Polícia Civil. Este é um reflexo do brilhante trabalho das nossas polícias e um compromisso que a governadora Yeda Crusius elegeu como prioridade para a sua gestão.

Em tempos de crise financeira, em que o Estado aperta o cinto com gastos, nossa saída é promover ações de otimização de recursos. Aos poucos, estamos substituindo os policiais que desempenham serviços burocráticos, devolvendo-os ao policiamento ostensivo, e os que estão lotados nos presídios, pela contratação de agentes penitenciários. Nossa meta é convocar, em breve, 140 dos cerca de 500 agentes que prestaram concurso público e estão aptos a assumir as funções. Os efetivos estão sendo avaliados diariamente, com o objetivo de verificar se as metas traçadas pelas unidades alcançaram o resultado esperado. O foco deste plano de ação está centrado em quatro eixos: abordagem de veículos, vistorias em bares, casas noturnas e desmanches de carros.

Sabemos que apenas efetuar prisões não é suficiente. É preciso mais estrutura, e isso já começamos a providenciar. O presídio de Caxias do Sul será ampliado e ganhará 432 novas vagas. Em Pelotas, na zona Sul do Estado, estão previstas 152 novas vagas. Os primeiros passos para a construção de uma nova casa prisional em Santa Maria, com 336 vagas, também já iniciaram e as obras deverão ser concluídas no próximo ano. Outra importante medida é a ampliação do Presídio Central, que há tempos se encontra em situação crítica. Estamos realizando a construção de um novo anexo, com 492 vagas. Sabemos que ainda é pouco, mas já são passos muito importantes para devolver a sensação de tranqüilidade e a segurança merecidas ao povo gaúcho.

Sobretudo, nenhum problema social é resolvido apenas pelos gestores públicos. Por isso, fazemos um apelo à população para que se una a esta frente combativa e denuncie a criminalidade. Não silencie diante da violência, que invade casas vizinhas, comércios do bairro ou mesmo diretamente nossa própria família. Se for um delito em andamento, ligue para o 190 da Brigada Militar. Para denúncias anônimas, que podem auxiliar na solução de crimes, disque 181, número gratuito da SSP. A redução nas taxas de criminalidade no RS requer a união de esforços das corporações e o apoio de toda a sociedade gaúcha.

Ao tratar a violência também como problema de saúde pública, integrando esforços de várias Secretarias de Estado, em especial as Pastas de Segurança Pública (SSP) e de Saúde (SES), o Rio Grande do Sul dá um importante passo na prevenção e combate à criminalidade. Ultrapassamos o estágio de fazer apenas o curativo, para mexer fundo nessa ferida, que está impregnada como uma chaga na sociedade. Ações potenciais, porém isoladas, antes desenvolvidas nas secretarias, como Programa Saúde da Família, Escola Aberta, Primeira Infância Melhor, blitze policiais, recebem agora uma adição de força, ao traçarem juntas metas que permitirão redirecionar os programas de prevenção. Estatísticas recentes apontam que as principais causas de mortes entre jovens de 15 a 24 anos no país são homicídios, suicídios e acidentes de trânsito. Para reverter este quadro, são necessárias políticas de inclusão social, geração de emprego e renda, opções de esporte e lazer, que poderão ser planejadas em conjunto.

Tenho dito reiteradamente que 2007 será o pior ano para a bandidagem. Sabemos que o problema da segurança pública se agrava há décadas no RS. Entretanto, mesmo os mais pessimistas, hão de concordar que, em um mês de administração, já propomos um plano de segurança voltado para ações de linha de frente, onde não só a tropa, mas o comando e o próprio secretário de Segurança Pública estão nas ruas. E o balanço do mês de janeiro de 2007 já aponta a mudança: dos 21 indicadores de ocorrências divulgados, 16 registraram queda em comparação ao mesmo período do ano passado.

Entre os indicadores com números positivos, em relação ao mês de janeiro de 2006, está o estelionato, que teve redução de 52,33%; o latrocínio, que caiu 14,29%; o abigeato, com queda de 27,55%; o seqüestro-relâmpago, que registrou queda de 24,24%; o roubo a motorista de caminhão de carga, reduzido em 5,41%; o furto de veículo, com queda de 15,47%; o roubo a motorista particular, reduzido em 26,55%; o roubo a carro forte, que teve queda de 100%; o furto/arrombamento a estabelecimento bancário, que diminuiu em 77,78%; furto/arrombamento a caixa eletrônico, reduzido em 100%; e os homicídios, que caíram 9,09%. Foram 700 operações da Brigada Militar e 300 da Polícia Civil. Este é um reflexo do brilhante trabalho das nossas polícias e um compromisso que a governadora Yeda Crusius elegeu como prioridade para a sua gestão.

Em tempos de crise financeira, em que o Estado aperta o cinto com gastos, nossa saída é promover ações de otimização de recursos. Aos poucos, estamos substituindo os policiais que desempenham serviços burocráticos, devolvendo-os ao policiamento ostensivo, e os que estão lotados nos presídios, pela contratação de agentes penitenciários. Nossa meta é convocar, em breve, 140 dos cerca de 500 agentes que prestaram concurso público e estão aptos a assumir as funções. Os efetivos estão sendo avaliados diariamente, com o objetivo de verificar se as metas traçadas pelas unidades alcançaram o resultado esperado. O foco deste plano de ação está centrado em quatro eixos: abordagem de veículos, vistorias em bares, casas noturnas e desmanches de carros.

Sabemos que apenas efetuar prisões não é suficiente. É preciso mais estrutura, e isso já começamos a providenciar. O presídio de Caxias do Sul será ampliado e ganhará 432 novas vagas. Em Pelotas, na zona Sul do Estado, estão previstas 152 novas vagas. Os primeiros passos para a construção de uma nova casa prisional em Santa Maria, com 336 vagas, também já iniciaram e as obras deverão ser concluídas no próximo ano. Outra importante medida é a ampliação do Presídio Central, que há tempos se encontra em situação crítica. Estamos realizando a construção de um novo anexo, com 492 vagas. Sabemos que ainda é pouco, mas já são passos muito importantes para devolver a sensação de tranqüilidade e a segurança merecidas ao povo gaúcho.

Sobretudo, nenhum problema social é resolvido apenas pelos gestores públicos. Por isso, fazemos um apelo à população para que se una a esta frente combativa e denuncie a criminalidade. Não silencie diante da violência, que invade casas vizinhas, comércios do bairro ou mesmo diretamente nossa própria família. Se for um delito em andamento, ligue para o 190 da Brigada Militar. Para denúncias anônimas, que podem auxiliar na solução de crimes, disque 181, número gratuito da SSP. A redução nas taxas de criminalidade no RS requer a união de esforços das corporações e o apoio de toda a sociedade gaúcha.

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