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342 toneladas de sementes irregulares são apreendidas em Dom Pedrito

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Interior de um galpão. No fundo, grandes sacos brancos empilhados. Em primeiro plano, dois veículos: uma caminhonete branca com faixa amarela escrita “MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Uso exclusivo em serviço” e uma viatura preta da Polícia Civil com logotipo e endereço de redes sociais. Algumas pessoas em uniforme estão próximas aos sacos, realizando inspeção.
Polícia atuou com Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e Seapi (Agricultura, Pecuária, Prod. Sustentável e Irrigação) - Foto: DCS/Polícia Civil - RS

As Delegacias de Polícia Especializadas de Combate aos Crimes Rurais e de Abigeato (Decrab) de Bagé e Alegrete realizaram uma ofensiva para coibir a venda ilegal de insumos agrícolas em Dom Pedrito. Foram apreendidas 342 toneladas de sementes da forrageira azevém. O material foi avaliado em mais de R$ 1,5 milhão. Além do confisco da carga, os estabelecimentos foram autuados pelos órgãos de fiscalização agropecuária. A ação foi realizada em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). 

As sementes apresentaram irregularidades. A origem do material e a extensão das atividades ilícitas das empresas envolvidas no comércio dos insumos serão apuradas pela Polícia Civil. 

Sacos de sementes que apresentaram irregularidades. Um galpão amplo, com teto de metal. No centro, grandes sacos brancos empilhados sobre paletes de madeira. Um homem está em pé sobre os sacos, usando camiseta branca com a frase “Soluções Ambientais” nas costas. Outro homem caminha no chão, ao lado das pilhas. Ao fundo, há uma pequena janela na parede.
Sementes que apresentaram irregularidades foram apreendidas pelas Decrabs. - Foto: DCS/Polícia Civil - RS

O combate ao comércio de sementes ilegais é fundamental não apenas para a arrecadação tributária, mas para a segurança fitossanitária do Rio Grande do Sul. Sementes sem certificação podem carregar pragas, doenças e plantas daninhas que comprometem a produtividade das lavouras e aumentam o custo de produção para o produtor que atua dentro da legalidade. "O uso de insumos irregulares prejudica toda a cadeia produtiva, gera concorrência desleal e coloca em risco o patrimônio genético e econômico do agronegócio gaúcho", destacou o delegado Guilherme Nunes, titular da 1ª Decrab, de Bagé. 

Texto: DCS/Polícia Civil. Edição: Ascom/SSP.

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