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Governador Ranolfo participa de Seminário da Polícia Civil que discute novas tecnologias para investigação

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A foto mostra o encontro com os delegados
Cerca de 400 delegados e agentes de polícia participam do evento em Bento Gonçalves, na Serra - Foto: Rodrigo Ziebell

Começou nesta quinta-feira (17/11) o Seminário da Polícia Civil, em Bento Gonçalves, na Serra. A 11ª edição segue até esta sexta-feira (18) com o tema “Novas tecnologias aplicadas à investigação criminal”. O seminário traz a temática central ao longo de seis painéis, apresentados por especialistas no assunto.

O governador Ranolfo Vieira Júnior, que era chefe de polícia em 2012 quando o evento foi criado, participou da abertura oficial da 11ª realização. “Não tenho dúvida da importância deste momento para a Polícia Civil do Estado. Aquela sementinha plantada deu muito certo. E, é aqui, neste fórum qualificado, que a polícia discute os seus temas, aquilo que é mais relevante no momento. Quero parabenizar a organização pelo conceito escolhido para esta edição. A investigação criminal é o coração da nossa polícia judiciária estadual. Então, cada vez mais, precisamos modernizar a atividade fim da instituição”, disse o governador.

Ranolfo ressaltou ainda as melhorias realizadas em processos, na tecnologia e na formação do corpo de servidores com investimentos do Avançar na Segurança. O programa destinou R$ 459,7 milhões em investimentos para a Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias (IGP) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS). Apenas para a área da tecnologia são R$ 166,6 milhões, recursos para equipamentos, softwares e sistemas de informação.

A foto mostra o governador Ranolfo discursando
"A investigação criminal é o coração da nossa polícia judiciária", disse Ranolfo - Foto: Rodrigo Ziebell / Palácio Piratini

Cerca de 400 delegados e agentes de polícia participam do evento. Neste primeiro dia, as atividades se iniciaram com o painel “Criptoativos e investigação criminal tecnológica”, apresentado pelo delegado Vytautas Fabiano Silva Zumas, coordenador do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro e do Centro de Monitoramento de Interceptações Telefônicas e Telemáticas da Polícia Civil de Goiás.

Na parte da tarde, os trabalhos seguiram com os delegados da Polícia Civil gaúcha Adriano Nonnenmacher de Souza e Gabriel Silva Borges que apresentaram um caso prático sobre “Aplicação de novas tecnologias na investigação criminal”. Atualmente, Nonnenmacher é o titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Lavagem de Dinheiro (DRLD) e Borges, da 3ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico (DIN), ambas do Departamento Estadual de Investigação do Narcotráfico (Denarc).

Nesta sexta-feira (18), ocorre o painel “Investigação na dark web”, com o agente federal Diego Mello, adido do FBI em contraterrorismo.

O chefe de Polícia do RS, delegado Fábio Motta Lopes, também se juntará ao grupo de painelistas com a palestra magna que encerrará o seminário. “A escolha de um seminário cujo tema aborde o uso da tecnologia no cotidiano policial se dá em momento ímpar, em que já não se imagina mais as práticas de polícia judiciária desassociadas dessas novas tecnologias de informação. A decodificação e a interpretação de dados, por exemplo, já se provaram peças fundamentais na construção do inquérito policial e, ainda mais importante, no indiciamento de suspeitos”, afirma Lopes.

O 11º Seminário da Polícia Civil é uma realização da Chefia de Polícia Civil, com apoio da Associação dos Comissários de Polícia do RS (ACP).

Texto: Camila Martins e Ascom Polícia Civil
Edição: Secom

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