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Em reunião na Fecomércio, Ranolfo diz que combate à pirataria passa por trabalho de inteligência

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PORTO ALEGRE, RS, BRASIL, 05/06/2019 - Governador em exercício Ranolfo Vieira Júnior palestra sobre o programa RS Seguro na Fecomércio RS. Fotos: Gustavo Mansur / Palácio Piratini
Ranolfo destacou reforço no efetivo policial que o Estado terá a partir do segundo semestre - Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini
Por Texto: Thamíris Mondin Edição: Patrícia Specht/Secom

Governador em exercício, Ranolfo Vieira Júnior participou na manhã desta quarta-feira (5/6) de reunião da Comissão de Combate à Informalidade na Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS). Ranolfo apresentou os eixos de ação do RS Seguro e falou sobre como o combate inteligente ao crime organizado, uma das premissas do programa, é essencial na investida da segurança contra a informalidade.

“A fabricação de cigarros clandestinos, por exemplo, se combate a partir de onde é fabricado, como é distribuído, e isso se responde com a inteligência”, disse.

Ranolfo ressaltou ainda que haverá um reforço no efetivo policial organizado em grupos especiais a partir do segundo semestre, dando mais condições de trabalho no combate à criminalidade.

“Temos 2 mil brigadianos em formação que, a partir de agosto, estarão nas ruas, e 425 policiais civis que, em julho, estarão atuando. A partir de uma lotação estratégica desses grupos vamos dar visibilidade aos policiais nas ruas, bem armados e equipados, e com isso temos possibilidade de melhorar a sensação de segurança e também promover o enfrentamento da informalidade e do contrabando, questões importantes pelo reflexo que têm na cadeia econômica”, afirmou.

O coordenador da comissão e vice-presidente da Fecomércio, Daniel Amadio, colocou a grupo à disposição do governo para auxiliar nos trabalhos e estudos de combate a informalidade nas secretarias da Segurança Pública e de Governança e Gestão Estratégica do RS.

Vice-coordenador da comissão, André Roncatto destacou o papel do consumidor final de produtos oriundos da informalidade e de serviços irregulares no ciclo criminoso. “Este consumidor final, que compra gato por lebre, precisa ser educado, pois também é responsável”, enfatizou.

A economia subterrânea – informalidade, pirataria e sonegação , movimentou R$ 76,48 bilhões no RS em 2018, de acordo com levantamento da Fecomércio. Apenas em Porto Alegre, os valores chegaram a R$ 13,74 bilhões.

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